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Com salários atrasados, trabalhadores do Caps entram em greve

 

Na manhã de quarta-feira (17), trabalhadores do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) entraram em greve devido ao não pagamento de seus salários referente a julho. Durante a manifestação, além de reinvindicarem o salário atrasado, fizeram críticas ao prefeito Antonio Carlos Pannunzio.

O Caps possui 16 residências terapêuticas e eram administradas pelo Instituto Moriah, que encerrou o contrato com a Prefeitura. Por esse motivo, a administração do município informou que a empresa não realizou o repasse das contribuições sociais e previdenciárias, o que impossibilita o pagamento do salário dos funcionários.

De acordo com Hebert Albert de Oliveira Franco, diretor do SinSaúde, os funcionários deveriam ter recebido o pagamento no quinto dia útil deste mês e, além da falta de salário, os trabalhadores estão sem vale-transporte e os valores correspondentes ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não são depositados há um ano. “A Prefeitura disse que vai depositar em juízo, mas quando o trabalhador vai receber assim?“, questionou Franco para a reportagem do Cruzeiro do Sul.

A prefeitura informa que o Caps e as RTs serão gerenciados pela Associação Paulista de Gestão Pública (APGP), por meio de um contrato emergencial, que os funcionários não terão seus direitos trabalhistas prejudicados com a mudança e os salários serão pagos por meio judicial.




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